quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Abrandh oferece curso gratuito sobre DHAA e Sisan


A Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (Abrandh) abriu inscrições para o curso "O Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan)".
O curso é gratuito, na modalidade a distância (via Internet) e possui 2.000 vagas. O objetivo é capacitar atores sociais (governo e sociedade civil) que atuam no campo da segurança alimentar e nutricional, buscando contribuir com a construção de competências individuais e coletivas para impulsionar a implementação do Sisan nos estados, Distrito Federal e municípios.
Podem se inscrever lideranças e representantes das organizações da sociedade civil, lideranças dos povos indígenas e comunidades tradicionais, integrantes de conselhos, servidores e gestores das diferentes esferas de governo, procuradores e promotores do Ministério Público e outros atores relevantes na promoção do DHAA e na implementação do Sisan.
O curso tem duração de 60 horas e será realizado em quatro meses. Para receber o certificado de conclusão, é necessário cumprir todas as atividades e avaliações propostas.
A iniciativa é fruto da parceria da Abrandh com a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mais uma ação de rua


A Secretaria Municipal da Família e Assistência Social, além de equipe multiprofissional da Casa da Cidadania, junto com Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal, realiza nesta quinta-feira (17), mais uma ação de rua. A primeira abordagem aconteceu na semana passada, quando cinco moradores de rua foram encaminhados para a Casa da Cidadania, onde receberam toda a assistência necessária. 
A abordagem aconteceu no Centro da cidade, em frente à sede dos Correios. A maioria das pessoas está nas ruas por variados motivos, como abandono familiar, precariedade da situação econômica, desemprego, desajuste social, problemas psicológicos, drogas e alcoolismo.

Era uma vez...


Eliete Sardinha Fernandes, residente no bairro Novo Jóquei, é um exemplo de pessoa que sabe aproveitar as chances que aparecem pela frente. Com garra e força, a então dona de casa e, nas horas de folga, pescadora, hoje é uma empreendedora, tudo graças a sua vontade e oportunidades oferecidas pelo governo municipal.
Esse mês, Eliete abriu seu próprio negócio: uma lanchonete na varanda de casa, onde colocou, também, um trailer que há meses estava adaptando ao seu jeito. Mas quem pensa que foi fácil para Eliete transformar sua vida, de uma hora para outra, está enganado.
Ela conta que há tempo tinha o sonho de ter seu negócio e não sabia por onde começar. Como tinha habilidade para a cozinha, viu que o seu ramo teria que ser o de comida. Eliete começou a fazer cursos de culinária na área de salgados e outro de padaria. Com os diplomas na mão, assinados pela Prefeitura de Campos, via Secretaria da Família e Assistência, foi formalizar seu negócio na Codemca, tornando-se empreendedora individual.
- Quis abrir meu negócio com tudo legalizado. Algumas coisas eu já sabia, mas fui me aperfeiçoar e tudo o que a prefeitura ofereceu, eu aproveitei. Até de palestras sobre empreendedorismo eu participei. Hoje tenho até alvará de funcionamento – orgulha-se Eliete.  

A luta continua, companheiros!


A Prefeita Rosinha Garotinho esteve presente no ato de mobilização em defesa dos royalties do petróleo e contra o novo modelo de partilha, que o redistribui para todos os municípios do país, desde as primeiras horas da manhã. A manifestação faz parte de uma série de atos organizados por autoridades dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Me lembrei das manifestações que fizeram história, a maioria desencadeada nas capitais, como Rio, São Paulo e Brasília.
Como o assunto é um tanto complexo, Rosinha esclareceu muito bem e explicou que os municípios produtores não têm poder de entrar na Justiça para derrubar o projeto, caso seja aprovado na Câmara de Deputados. E que o que nos resta fazer é lutar para um benefício que, de acordo com a Constituição Federal, é de Campos e de todos os outros municípios produtores de petróleo.
É o dinheiro dos royalties que faz com que Campos se transforme num canteiro de obras como está acontecendo neste governo.  A luta, realmente, não é só de Rosinha ou de Izaura. É de todos nós!

Em nenhuma prefeitura do país. Só em Campos

Desconheço no país uma prefeitura que valorize tanto o pescador como Campos. Prova disso é o pagamento do defeso para os pescadores cadastrados na secretaria municipal da Família e Assistência Social.  
A prefeitura de Campos vai desembolsar cerca de R$ 1 milhão para o pagamento a 440 pescadores cadastrados. Nenhuma prefeitura tem um programa de defeso no valor de um salário mínimo como Campos.
O período de defeso de água doce, estipulado pelo governo federal, começa este mês e se estende até março. O defeso é um período de paralisação obrigatória da pesca, como forma de proteger a espécie na fase da desova e do recrutamento das espécies. Durante este período é proibida a captura de diversos tipos de peixe.